Hoje foi um dia de diálogos marcantes, não vou revelar nomes, mas no decorrer do assunto, muitas pessoas saberão quem são as outras que estão envolvidas (tomara que não). rs
Sentadas embaixo de uma castanheira em uma determinada universidade, seis mulheres conversavam sobre um concurso que os homens fizeram, sobre a mulher menos sexy do curso. Comentando sobre duas que "ficaram para a final", uma das seis mulheres diz:
- Eu acho que a outra é menos sexy...
E, não preciso nem dizer quem acabou com o diálogo com apenas uma observação:
- ah, mas tem gente que gosssta dessa coisa meio animaaaaaaaaaaaaaaalll
( oO )
--x--
Embaixo dessa mesma castanheiras continuaram as seis e passou um professor bem querido por elas. Uma delas estava com uma máquina fotográfica e gritou:
- Professor, vamos tirar uma foto?
- Não sou fotogênico, sou homossexual!
(hieoehiueheiuheiuhe)
--x--
E pra fechar a conta...
- Vamos lá na biblioteca também!
- Ah... você vai pegar ou entregar? ( ;) ;* )
(...)
Da mesma janela por onde passa o vento gelado, vejo as nuvens se transformando em jacaré e em lâmpada mágica, sucessivamente.
É interessante e parece que tudo virará chuva em instantes. Espero. A chuva me lembra dias em que eu já fui, de certa maneira, chuva também. e quanto os meus olhos já foram nuvens carregadas, como essas que estão ali.
Nessas horas ouço tudo o que o coração diz. Mas como não tenho (ou não sei) o que fazer, vou me acostumar com o não-fazer (ou o desfazer).
Deitarei para olhar as nuvens e os seus desenhos até que eles se apaguem com a água que descerá delas. E depois, apreciarei a chuva e pensarei em tudo novamente.
mariliacarreirofernandes diz (23:55):
-_-
|| Hαηηє мєη∂єS || diz (23:55):
saco, né?
quero dormir
mariliacarreirofernandes diz (23:55):
tb -_-
nao sei concluir essa p#$%¨
|| Hαηηє мєη∂єS || diz (23:55):
nem eu
mariliacarreirofernandes diz (23:58):
fora isso, tá tudo certo?
|| Hαηηє мєη∂єS || diz (23:58):
ahã
muito sono
mariliacarreirofernandes diz (23:58):
hehe
|| Hαηηє мєη∂єS || diz (23:58):
mas td bem
mariliacarreirofernandes diz (00:00):
qual é o caráter dessa cantiga?
|| Hαηηє мєη∂єS || diz (00:01):
acho ela mau carater...
São 7h45 e eu faço tudo, menos as minhas reais obrigações.
Acordei cedo e sem vontade de levantar, joguei-me para a vertical, com esperanças de que o dia fosse outro.
Queria que hoje já fosse amanhã. Estradas, montanhas, céu azul, o verde dos campos. Lá sim eu vejo a vida sair de cada pássaro, de cada cachoeira... Aqui também há natureza, mas ela se esconde entre os edifícios.
Serei uma eterna apaixonada pela minha terra. Tenho pra mim que isso não é tão ruim, pois toda pessoa sente alguma coisinha quando vai para o lugar onde viveu sua infância, e por um motivo ou outro, não pode continuar lá. No meu caso foi a faculdade, que também não está lá essas coisas. Na verdade, acho que eu já não estou lá essas coisas. Sempre tem um período no qual ficamos assim. Dos 3,5 vividos, acho que o 4º é o tal. Mesmo assim, pra chegar no 5º, não posso pular etapas.
Falando em pular etapas... rs. Deixa pra lá, o assunto viraria outro.
Infelizmente todas as pessoas não têm o privilégio de ver um por-do-sol como o de hoje. E, infelizmente também eu não tinha nada além do celular pra tirar uma foto.
Para guardar tudo, restou-me a memória.
Agora, só o clarão laranja está ali. Interessante como um simples por-do-sol pode nos trazer e nos levar a coisas que vivemos e que ainda não foi possível viver, por questão de tempo.
Em poucos segundos a tarde já virou noite e começou a ficar tudo escuro lá fora, pois aqui a luz laranja que cega continua, para me lembrar de tudo o que ainda é possível ser feito.


